terça-feira, 21 de junho de 2011

Olhando para o céu...

Deus faz maravilhas, sempre. Querendo ou não, esperando ou não, se você abrir o coração ele se instala nele mesmo. Vemos esse milagre também no meio externo, refletindo a face do Cristo no meu rosto e nos dos meus irmãos. Vivenciei uma experiência dessas no retiro do Catecumenato.

Agradeço à Deus intensamente por cada detalhe, cada choro, cada passo que eu dei em minha fé. Na verdade, um gigante passo na fé, nunca fui uma pessoa muito crente, até porque a minha consciência científica muitas vezes falou mais alto. Porém, as coisas que tenho visto e tenho sentido estão me mudando, o meu caminho está ficando mais estreito, mas a alegria que transpassa o meu peito e inflama minha alma me auxilia nessa trilha rumo ao céu, e cara, não quero ir sozinha, hoje peço a Deus para me livrar da timidez e me ajudar a espalhar sua boa-nova.
Nesse post queria agradecer, muiiiiiiiiiiiiiiito, aos coordenadores, apoio e cada Crismina e Crismano que fizeram os meus dias mais felizes. Vocês são especiais, são ESCOLHIDOS, nunca deixem ninguém afirmar o contrário, aprendi a amar vocês e estou aqui para o que vocês precisarem.
Então, nos vemos no próximo encontro?

sábado, 4 de junho de 2011

Mudando de órbita.

Fria e sozinha, a linda bailarina desceu da ponta. Não vê mais o Sol, a dor da perda a corrompeu. Perdeu tudo o que a fé lhe transmitia. Seu coração se questionava o por quê de ela ter crescido, perdeu toda inocência e as crenças que cultivava quando pequena. Desvendou grandes mistérios do mundo... vivendo.
Resolveu deixar o castelo de ilusões para trás, encarou a vida de peito aberto.


Tinha amigos, família e acreditava, da sua forma, em Deus. Ela seguiria mesmo assim.
Quem disse que o Sol nascia igual para todos em todas as manhãs? Quem disse que o amor e a felicidade eram repartidos igualmente para toda a população terrestre? Com o tempo aprendemos que se queremos alguma coisa vamos à luta, é inevitável.
Crescer talvez seja o maior monstro da nossa vida, porém passa tão devagar que nem mesmo chegamos a perceber. Mas, e se, por algum motivo, fôssemos obrigados a crescer de uma hora para outra? Difícil.
O rosa virou preto.